Olho para o espelho todas as manhãs e mal percebo as mudanças. Elas chegam devagar, em silêncio, quase sem pedir licença. Mas b…
Continue lendoAs Copas que eu vi
Sempre gostei de futebol. Na verdade, acho que primeiro aprendi a gostar de bola e só depois descobri que existia Copa do Mundo. …
Continue lendoSe alguém me procurar, estarei em 1955.
Vou entrar no DeLorean. Ele já está na porta, motor ligado e o painel marcando o destino: 1955 . Dizem que quem viaja no tempo …
Continue lendoQuando a televisão mudou o mundo
Há exatos 75 anos, em 23 de junho de 1951, o The New York Times publicava um estudo que apontava uma mudança silenciosa, mas pr…
Continue lendoSobre Mim
Fábio Trancolin Duarte nasceu em 6 de setembro de 1968 — naquele emblemático “ano que não terminou”. Jornalista por vocação e por encantamento, é filho da metrópole paulistana, palmeirense por paixão e espírita kardecista por convicção da alma. Goiano de coração, costuma dizer com humor e ternura: “Não nasci aqui, mas sou daqui. Sou uma pizza de pequi.”
Menino e jovem nos tempos dourados de Rio Verde, entre os anos 70 e 80, viveu uma cidade que fazia jus ao nome — verde em sua paisagem, generosa em sombras e quintais, perfumada e segura como o colo da infância. Eram dias de portões abertos, vozes nas calçadas e tardes que cabiam dentro de um sorriso.
Amante da boa música, da cultura que atravessa gerações, da história que constrói identidades — e de um café bem coado, desses que aquecem não só as mãos, mas também as memórias.
Cultiva hobbies como quem cultiva afetos: coleciona figurinhas, selos, discos, revistas, gibis, pedras e livros — uma biblioteca viva com mais de dois mil volumes. Mas é entre os amigos, guardados com o mesmo zelo e ternura, que encontra sua coleção mais preciosa.
Assim sigo, movido pelo amor à comunicação e pelo compromisso com o bem comum. Encontro sentido nos projetos culturais, sociais e espíritas, onde palavra e propósito se unem na missão de inspirar, informar e servir. É por isso que conto histórias.
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O espelho não tem filtro
Olho para o espelho todas as manhãs e mal percebo as mudanças. Elas chegam devagar, em silêncio, quase sem pedir licença. Mas basta abrir um álbum e encontrar uma fotografia de trinta anos atrás para entender que aquele homem já não é exatamente o…
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