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Continue lendoO fim do “chirip” - o pardal e as cidades que mudaram.
No passado, era comum ouvir um “chirip” cortando o ar. Os pardais estavam por toda parte — tantos que pareciam infinitos. No f…
Continue lendoMemórias da quadra do TG - a foto que congelou a infância.
Final da década de 70. O nosso mundo ainda era pequeno — cabia na rua, na quadra e no quintal de casa. Os anos mágicos, os anos…
Continue lendoAntes dos filtros: quando o tempo ainda sabia esperar — um tempo em que o batom bastava
Observe as fotos. Olhe com calma — sem pressa, sem filtros. Ali estão as avós e bisavós de hoje, jovens, inteiras, perigosament…
Continue lendoSobre Mim
Fábio Trancolin Duarte nasceu em 6 de setembro de 1968 — naquele emblemático “ano que não terminou”. Jornalista por vocação e por encantamento, é filho da metrópole paulistana, palmeirense por paixão e espírita kardecista por convicção da alma. Goiano de coração, costuma dizer com humor e ternura: “Não nasci aqui, mas sou daqui. Sou uma pizza de pequi.”
Menino e jovem nos tempos dourados de Rio Verde, entre os anos 70 e 80, viveu uma cidade que fazia jus ao nome — verde em sua paisagem, generosa em sombras e quintais, perfumada e segura como o colo da infância. Eram dias de portões abertos, vozes nas calçadas e tardes que cabiam dentro de um sorriso.
Amante da boa música, da cultura que atravessa gerações, da história que constrói identidades — e de um café bem coado, desses que aquecem não só as mãos, mas também as memórias.
Cultiva hobbies como quem cultiva afetos: coleciona figurinhas, selos, discos, revistas, gibis, pedras e livros — uma biblioteca viva com mais de dois mil volumes. Mas é entre os amigos, guardados com o mesmo zelo e ternura, que encontra sua coleção mais preciosa.
Assim sigo, movido pelo amor à comunicação e pelo compromisso com o bem comum. Encontro sentido nos projetos culturais, sociais e espíritas, onde palavra e propósito se unem na missão de inspirar, informar e servir. É por isso que conto histórias.
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Quando o silêncio também ensinava
O problema nunca foi a tecnologia. Foi o que, pouco a pouco, deixamos para trás. Sem perceber, abrimos mão de pequenas lições que o dia a dia oferecia em silêncio — lições de espera, de atenção, de presença. Hoje, muitas vezes, o vazio que sentimo…
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