Quando eu era menino, lá pelos idos da década de 70, o mundo não precisava de explicação. Ele simplesmente era. Aquilo que nos …
Continue lendoO relógio da matéria e o tempo da alma
Olha só pra gente… vivemos correndo. Sempre com pressa. Sempre atrasados. Corremos atrás do tempo como se, um dia, fôssemos alc…
Continue lendoQuando o entardecer tinha cheiro de mongubeira
Havia um verde — e como havia. Um verde que fazia jus ao nome da cidade, que parecia brotar do chão e se derramar pelas laterai…
Continue lendoA História talhada na madeira — A Trajetória de Seu Antônio Menezes
Nasci no universo da marcenaria — um mundo em que a madeira deixa de ser simples matéria-prima para se transformar em obra de a…
Continue lendoSobre Mim
Fábio Trancolin Duarte nasceu em 6 de setembro de 1968 — naquele emblemático “ano que não terminou”. Jornalista por vocação e por encantamento, é filho da metrópole paulistana, palmeirense por paixão e espírita kardecista por convicção da alma. Goiano de coração, costuma dizer com humor e ternura: “Não nasci aqui, mas sou daqui. Sou uma pizza de pequi.”
Menino e jovem nos tempos dourados de Rio Verde, entre os anos 70 e 80, viveu uma cidade que fazia jus ao nome — verde em sua paisagem, generosa em sombras e quintais, perfumada e segura como o colo da infância. Eram dias de portões abertos, vozes nas calçadas e tardes que cabiam dentro de um sorriso.
Amante da boa música, da cultura que atravessa gerações, da história que constrói identidades — e de um café bem coado, desses que aquecem não só as mãos, mas também as memórias.
Cultiva hobbies como quem cultiva afetos: coleciona figurinhas, selos, discos, revistas, gibis, pedras e livros — uma biblioteca viva com mais de dois mil volumes. Mas é entre os amigos, guardados com o mesmo zelo e ternura, que encontra sua coleção mais preciosa.
Assim sigo, movido pelo amor à comunicação e pelo compromisso com o bem comum. Encontro sentido nos projetos culturais, sociais e espíritas, onde palavra e propósito se unem na missão de inspirar, informar e servir. É por isso que conto histórias.
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Daquilo que foi presença e virou saudade.
Quando eu era menino, lá pelos idos da década de 70, o mundo não precisava de explicação. Ele simplesmente era. Aquilo que nos cercava compunha o roteiro, o enredo, o texto e o cenário da vida. Nada estava solto. Tudo fazia sentido dentro do própr…
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