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Continue lendoTia Amanda – Um legado de educação, fé e acolhimento
Na fotografia, registram-se importantes personalidades: Sebastião Arantes, ex-prefeito de Rio Verde; Paulo Campos, então prefeito…
Continue lendoQuando eu aperto o play - anos 80: som alto, cores vivas e sonhos imensos.
Meu pai me dizia que os anos 50 e 60 foram mágicos. Falava da segunda metade dos anos 50 com um brilho nos olhos — “aquilo, m…
Continue lendoDaquilo que foi presença e virou saudade.
Quando eu era menino, lá pelos idos da década de 70, o mundo não precisava de explicação. Ele simplesmente era. Aquilo que nos …
Continue lendoSobre Mim
Fábio Trancolin Duarte nasceu em 6 de setembro de 1968 — naquele emblemático “ano que não terminou”. Jornalista por vocação e por encantamento, é filho da metrópole paulistana, palmeirense por paixão e espírita kardecista por convicção da alma. Goiano de coração, costuma dizer com humor e ternura: “Não nasci aqui, mas sou daqui. Sou uma pizza de pequi.”
Menino e jovem nos tempos dourados de Rio Verde, entre os anos 70 e 80, viveu uma cidade que fazia jus ao nome — verde em sua paisagem, generosa em sombras e quintais, perfumada e segura como o colo da infância. Eram dias de portões abertos, vozes nas calçadas e tardes que cabiam dentro de um sorriso.
Amante da boa música, da cultura que atravessa gerações, da história que constrói identidades — e de um café bem coado, desses que aquecem não só as mãos, mas também as memórias.
Cultiva hobbies como quem cultiva afetos: coleciona figurinhas, selos, discos, revistas, gibis, pedras e livros — uma biblioteca viva com mais de dois mil volumes. Mas é entre os amigos, guardados com o mesmo zelo e ternura, que encontra sua coleção mais preciosa.
Assim sigo, movido pelo amor à comunicação e pelo compromisso com o bem comum. Encontro sentido nos projetos culturais, sociais e espíritas, onde palavra e propósito se unem na missão de inspirar, informar e servir. É por isso que conto histórias.
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Antes dos filtros: quando o tempo ainda sabia esperar — um tempo em que o batom bastava
Observe as fotos. Olhe com calma — sem pressa, sem filtros. Ali estão as avós e bisavós de hoje, jovens, inteiras, perigosamente vivas. Donas de um tempo que ousou mudar o mundo… e o corpo dentro da roupa. A beleza feminina dos anos 60 não pedia p…
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